A estranha morte de Teori Zavascki, que denunciava atuações ilegais de Moro

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Corpo do ministro Teori Zavascki será velado na sede do TRF em ...

 

Autoria própria

Referências base:  1 , 2 , 3 , 4 , 5 , 6 , 7 , 8 

 

 

O Relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Teori Zavascki morreu na tarde de uma quinta-feira de 2019, aos 68 anos, após a queda de um avião em Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro. A tragédia gerou consternação no meio jurídico, político e empresarial. Tão logo a informação foi confirmada, autoridades, entidades e empresas passaram a repercutir a morte.

 

Na época, a operação Lava Jato estava no ápice de sua popularidade com sua propaganda “anti-corrupção”, graves acusações eram  repercutidas como marketing nos meios de comunicação populares do país exaltando os procuradores de Curitiba e o ex-Juiz Sérgio Moro como heróis nacionais, e condenando figuras políticas e empresariais como culpados, antes mesmo de serem condenados judicialmente por um tramite legal do estado democrático de direito. Com isso, a lava-jato construiu narrativas juridicamente insustentáveis, mas que tinha total apoio das massas Brasileiras influenciadas pela mídia. Com esse apoio popular e sendo vistos como heróis, a Lava Jato conseguiu influenciar manifestações e movimentos populares ao redor de todo o País, atuando de forma política, rasgando a constituição Brasileira e com procuradores e juizes se enriquecendo e ganhando fama durante todo o processo.

 

Foram obviamente, o principal agente polarizador das massas do País no sentimento anti-petista que até hoje alimenta ódio e divide a Nação Brasileira. 

 

Após os escândalos revelados pela Vaza Jato, ficou escancarado para todo o mundo a farsa da operação escondida atrás de um marketing populista de “agenda anti-corrupção”, e o conluio do governo americano para instituir essa farsa, a fim de implementar uma agenda neoliberal no Brasil, para assim destruir nossa industria nacional e roubar nossas riquezas nacionais. 

 

Hoje, na vivência das consequências catastróficas da operação lava-jato na economia Brasileira, e diante de tantas provas da atuação politica e criminosa da operação, controlada e financiada pelos Estados Unidos, vale a pena relembrar os estranhos fatos e teorias que circulam a morte do ex-relator da Lava Jato e crítico ferrenho das atuações ilegais de Sérgio Moro: o ministro Teori Zavascki, em que sua morte é rodeada de mistérios e estranhezas, sem contar a plena certeza de que acidente ou não, a morte do então ministro do STF serviu como uma luva para a conclusão dos planos politico da operação.

 

 

O VÍDEO

 

A reprodução de um discurso em que o ex-ministro Teori Zavascki critica publicamente o comportamento de Sérgio Moro, sem citar o então juiz federal, bombou nas redes sociais no ano de 2019 e acendeu um alerta.

 

No discurso do vídeo, Zavascki traça o perfil de como não ser um juiz — que se encaixa perfeitamente em algumas ações do juiz chefe da Lava Jato. A revelação do site Intercept Brasil, de que Moro escreveu em uma mensagem In Fux We Trust, em abril de 2016, a respeito de outro ministro do STF, Luiz Fux, fez ressurgirem as especulações de que Teori na verdade tivera sido assassinado, com o envolvimento direto da inteligencia americana para tal fim. A troca de mensagens sobre Fux aconteceu 30 dias depois da fala de Teori.

 

 

“Não tenho como não pensar que não mandaram matar o meu pai!”, já afirmou o filho do próprio Teori, um ano depois da morte do pai. 

 

Teori era o relator da Lava Jato na Corte e foi substituído por um ministro muito mais maleável em relação a Moro, Edson Fachin.  A investigação oficial concluiu que o acidente foi causado por uma combinação de mau tempo e desorientação do piloto.

 

Após a queda do avião que, dentre outras vítimas fatais, resultou na morte do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, o empresário Carlos Alberto Fernandes Filgueiras e mais três pessoas, imediatamente se instaurou um debate narrativo sobre o que aconteceu.

 

O ministro que perdeu sua vida estava às vésperas de retirar o sigilo de cerca de 900 depoimentos e homologar as 77 delações da Odebrecht. O mais relevante acordo de colaboração da história da Justiça do país, envolvendo nomes de figurões dos mais variados partidos.

 

Nos últimos 50 anos, o Brasil fabricou um histórico de acidentes estranhos que impactaram diretamente nos rumos da política nacional: no ar, marechal Humberto Castelo Branco, três meses depois de deixar a presidência para seu desafeto Costa Silva — vinculado à ala mais dura do regime –, morreu vítima de um estranho acidente aéreo no dia 18 de julho de 1967.

 

Em terra, Juscelino Kubitschek, suspeito de ter sido assassinado, em 22 de agosto de 1976, segundo o último relatório da Comissão da Verdade.

 

Sem esquecer do ex-deputado e presidenciável Ulysses Guimarães, o então ministro da reforma agrária Marcos Freire em 1987, o ex-presidente da Vale e ex-membro dos conselhos da Petrobrás e da Caixa Econômica Federal, Roger Agnelli, e o ex-governador de Pernambuco e presidenciável nas últimas eleições presidenciais, Eduardo Campos — lembrando que Paulo César Morato, empresário e dono do avião, foi encontrado morto envenenado num motel em 22 de junho de 2016. A morte de Teori, portanto, é mais um capítulo desse estranho histórico.

 

O MPF e a PF abriram inquérito para apurar a queda. A pergunta norteadora da investigação é: em quais circunstâncias o bimotor C90GT King Air, fabricado pela norte-americana Hawker Beechcraft, com inspeção em dia segundo a Anac, conduzido por Osmar Rodrigues, o piloto “mais experiente” da rota São Paulo-Paraty, caiu no mar, levando consigo o relator da Lava Jato e ministro do STF ?

 

 

10 Fatos estranhos sobre a morte de Teori Zavascki:

 

1) “Parecia a esquadrilha da fumaça”

De acordo com o relato do barqueiro Célio de Araújo, testemunha ocular do acidente que acionou os bombeiros para o resgate: “A chuva ainda tava fraca. Vento não tinha. Acho que foi problema no motor esquerdo. Deve ter desligado o motor esquerdo e ele ficou só com o motor direto, quando foi bater a asa no chão”. Então o avião pode não ter caído por causa de desorientação de pilotos e do mau tempo — mesma alegação usada no laudo oficial de Eduardo Campos, segundo o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa)?

 

2) Avião seguido há 16 dias?

O jornalista Chico Malfitani divulgou uma foto, a partir dos dados que lhes foram repassados pelo engenheiro da USP Leonardo Manzione, que mostra a base de dados da ficha técnica do avião da Beechcraft acessado 1.885 vezes 16 dias atrás (3 de janeiro de 2017) – 3,7 vezes mais do que todas as visualizações anteriores. O site é de Fredrik Lindahl, CEO da Flightradar24 AB | MBA, e está hospedado nos EUA, onde podem-se identificar os IPs de acesso, apurou o jornalista Marcelo Auler. Quem fez essas consultas e por que tanta curiosidade na ficha técnica do mesmo bimotor com o registro PR-SOM LJ-1809?

 

3) Hangar movimentado?

Segundo reportagem da Folha de S. Paulo: “As horas após a queda do avião foram movimentadas no hangar de Campo de Marte, onde o bimotor King Air era guardado e onde os passageiros do voo embarcaram. Por volta das 19h, um funcionário chegou ao hangar da empresa TAG. Ele disse ser responsável pelas câmeras de segurança do local e começou a recolher computadores do hangar. Minutos depois, membros da Aeronáutica e da Polícia Federal também estiveram no local em busca das imagens do circuito interno.”

 

4) Um estranho resgate

O blogueiro e jornalista André Barcinski, que estava a passeio em Paraty, transcreveu alguns diálogos que teve com testemunhas da tragédia: “Ela tava viva bem depois do acidente […] Dava para ver a mulher pedindo socorro dentro do avião”, disse o pescador Wallace, 23 anos. O jornalista suspeitava da versão, até ela ser corroborada por um oficial: “Ficou pelo menos 40 minutos com vida no avião”.

 

Os relatos foram ficando cada vez mais macabros. Segundo o barqueiro Ademilson de Alcantara Mariano, um oficial viu uma mão batendo no vidro e gritou: “Rápido! Tem alguém vivo aqui!”. Mariano continua: “Dava para ver a mão de alguém batendo no vidro. Depois ouvimos os gritos, era uma voz de mulher: ‘Pelo amor de Deus, me tira daqui, não aguento mais!”. Deveria ser Hilda Penas Helatczuk, ou sua filha Maíra Panas. Porém, o oficial presente não contava com instrumentos adequados para abrir a aeronave e, assim, a sobrevivente silenciou após mais de 40 minutos lutando depois da queda.

 

Barcinski deixa claro que os destroços foram içados duas vezes. A primeira, durante a tentativa de salvamento da passageira, e a segunda, por dois barcos pesqueiros, interrompido por ordens da Aeronáutica, alegando preservar o local para a perícia.

 

Por fim, a Força Aérea Brasileira (FAB) desistiu de retirar o avião do fundo do mar alegando dificuldades, e passou a responsabilidade para o proprietário da aeronave, o grupo hoteleiro Emiliano, que contratará uma empresa especializada. Enquanto isso o local do acidente passa parte significativa do tempo sem nenhuma vigilância das autoridades, conforme presenciaram os jornalistas do Estadão.

 

5) Com ou sem caixa-preta?

Em reportagem publicada na Veja às 15h32, o King Air C90GT não tinha caixa-preta, pois o modelo da aeronave não tinha obrigação de possuir uma, segundo informações da FAB. Às 16h28, a versão foi alterada e o avião passou a ter um “gravador de voz” equivalente a uma caixa preta. “A equipe de investigadores da Aeronáutica localizou nesta sexta-feira o gravador de voz (cockpit voice recorder – CVR) da aeronave PR-SOM, acidentada em Paraty”, confirmou a FAB, em nota.

 

6) Ligações com o BTG Pactual?

O jornalista Alceu Castilho, num furo de reportagem, revelou que uma das empresas de Filgueiras, Forte Mar Empreendimentos e Participação, tinha 90% do seu capital social num fundo de investimento da BTG Pactual, principal banco privado de investimentos do Brasil. O ex-presidente do BTG, André Esteves, foi preso na Lava Jato em 25 de novembro de 2015 sob suspeita de tentar obstruir a operação.

 

Teori revogou a prisão preventiva de Esteves em dezembro. E em abril de 2016, deu liberdade ao banqueiro. Teori também retirou um inquérito que apurava a ligação da BTG ao ex-deputado Eduardo Cunha. Na delação do ex-senador Delcídio do Amaral, homologada em 15 de Março de 2016 por Teori, o senador dizia que Eduardo Cunha “funcionava como garoto de recados de André Esteves, principalmente quando o assunto se relacionava a interesses do Banco BTG”.

 

O BTG Pactual tem relação com a área da Petrobrás menos atingida pela Lava Jato e a mais lucrativa, a área de Exploração e Produção, que opera plataformas e navios-sonda alugados. Este último, um mercado altamente rentável e monopolizado no mundo por empresas como a texana Halliburton, que já foi dirigida pelo ex-vice-presidente dos EUA, Dick Cheney. O banco de Esteves planejava furar esse cartel de aluguel de navios-sonda através da criação da empresa Sete Brasil com fundos de pensão das estatais (Funcef, Previ, Petros) e um pouco de capital do Bradesco e Santander. A  nova empresa contrataria estaleiros de empreiteiras nacionais para a construção de 29 navios-sonda, a maior encomenda do mundo.

 

Curioso notar que outra vítima recente de acidente aéreo, o ex-presidente da Vale, Roger Agnelli, também tinha negócios com a BTG Pactual: em 2012 ele criou uma mineradora com o banco no valor de 500 milhões de reais para atuar no Brasil, Chile e África, concorrendo com mineradoras internacionais. Isso, pouco mais de um ano depois de deixar a presidência da Vale por pressão do governo federal, que, entre outras divergências, não apoiava sua iniciativa de construir navios para a Vale em estaleiros estrangeiros.

 

7) Ameaças na Lava Jato

Ano passado, o filho de Teori, Francisco Prehn Zavascki, desabafou em seu Facebook as ameaças que a família vinha sofrendo. Na sexta, disse à Rádio Estadão que “não podemos descartar qualquer possibilidade. No meu íntimo, eu torço para que tenha sido um acidente, seria muito ruim para o país ter um ministro do Supremo assassinado”. À Folha, ele reconfirmou que vinha recebendo ameaças e que a família estava realmente preocupada.

 

As ameaças lembram a situação da advogada Beatriz Catta Preta, uma das maiores especialistas em delação premiada do país, que teve que abandonar seus clientes na operação Lava Jato uma semana após deixar de ser advogada de Júlio Camargo, empresário que fez longo depoimento em que denunciava as propinas de R$ 5 milhões de Eduardo Cunha.

 

Ela dizia ser “ameaçada insistentemente”. Contou ao Globo que um dia chegou em casa e o doleiro Lúcio Funaro, que vinha pedindo para que Eduardo Cunha não aparecesse nas delações, brincava com seus filhos. Funaro também é réu na Lava Jato e acusado pelo MPF de ameaçar de morte o ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto por sua delação premiada, acusação destacada por Teori no despacho no qual decretou a prisão preventiva do doleiro.

 

8) Novas testemunhas no caso de Eduardo Campos?

Na mesma noite fatídica de quinta-feira, o irmão do ex-governador Eduardo Campos (PSB), o advogado Antônio Campos, divulgou que tinha uma nova testemunha que poderia mudar por completo os rumos das investigações sobre o acidente aéreo que resultou na morte do seu irmão. E desabafou: “Num país em que líderes e autoridades morrem de forma misteriosa em acidentes aéreos e ainda impactado pela morte do ministro Teori, resolvi revelar esse fato novo e reafirmar que esse caso de Eduardo Campos precisa ser aprofundado e é mais um caso que não pode ficar impune. Não descansarei enquanto não forem esclarecidos os fatos, independentemente de eventuais riscos que posso correr”.

 

O falecido governador Eduardo Campos, por sinal, chegou a ser citado na operação Lava Jato a respeito da construção da refinaria de Abreu e Lima, sendo ligado justamente pelos operadores que intermediaram a negociação do jato em que o então candidato à presidência morreu.

 

9) O áudio de Jucá

No já célebre áudio no qual o senador, ex-ministro do governo Temer e presidente do PMDB, Romero Jucá, que foi um dos principais articuladores do governo Temer, conversa sobre as reais razões por trás das movimentações para derrubar a então presidenta Dilma com o ex-senador Sérgio Machado e a opinião de ambos sobre o falecido ministro Teori é taxativa:

 

“Um caminho é buscar alguém que tem ligação com o Teori [Zavascki, relator da Lava Jato], mas parece que não tem ninguém”, [Machado].

 

“Não tem. É um cara fechado, foi ela [Dilma] que botou, um cara… Burocrata da… Ex-ministro do STJ [Superior Tribunal de Justiça]”, [Jucá].

 

A opinião de Jucá e de Machado, que ironicamente teve sua delação homologada por Teori, não é nada particular, pessoal ou a priori suspeita, pelo contrário: ela ilustra o que muitos políticos pensavam à época do ministro, isto é, uma ameaça justamente por não ter vínculos políticos que, nesse caso, servissem para flexibilizar suas decisões a respeito da Lava Jato.

 

E conclui o diálogo apontando a saída: “[A solução] tem que ser política. Como é política? Tem que resolver essa porra”. No áudio, Jucá e Machado ignoram ou não dão a devida importância para eventuais vínculos empresariais de Teori.

 

10) Cui bono?

A pergunta básica de toda investigação criminal foi cunhada por Marco Túlio Cícero em Roma:  “Cui Bono?” — “a quem beneficia?” em tradução literal. Mesmo nome dado à última fase da Lava Jato para investigar a suspeita de fraude na liberação de recursos da Caixa Econômica Federal. Os alvos foram Geddel Vieira Lima, ex-ministro do governo Temer, e o pioneiro do impeachment Eduardo Cunha — ela deriva da operação Catilinárias, que tinha como alvo a cúpula do PMDB.

 

Teori pode não ter sido assassinado como foi o juiz Giovanni Falcone, principal juiz na Operação Mãos Limpas — operação em que se baseia a Lava Jato –, mas se esses estranhos acontecimentos não forem completamente expostos à luz do sol, explicando cada detalhe, a suspeita de que houve um assassinato político tende a crescer.

 

 

Entre muitas suspeitas, uma coisa é certa: diversos setores conservadores não gostavam de Teori por ter repreendido Sérgio Moro pela divulgação inconstitucional dos grampos telefônicos irregulares entre Dilma e Lula. Teori também criticou o “espetáculo” midiático do PowerPoint do procurador Deltan Dallagnol em que acusava Lula de representar o chefe máximo da quadrilha. Ano passado, um grupo chegou a escrachar a fachada do prédio onde o ministro morava no Rio Grande do Sul com uma faixa de “pelego do PT”, “Teori traidor” e chamá-lo de “bolivariano”.

 

 

 

OUTRAS “COINCIDÊNCIAS” ENTRANHAS

 

Delegado que investigou acidente com avião de Teori Zavascki é morto a tiros

Na quinta feita 31/05/17 Dois delegados federais foram mortos a tiros em uma casa noturna em Florianópolis (SC). Uma das vítimas, de acordo com as informações preliminares do caso, era o delegado Adriano Antônio Soares, de 47 anos. Ele era o titular da delegacia da Polícia Federal em Angra dos Reis (RJ), que atuou na investigação do acidente que culminou na morte do então ministro do STF Teori Zavascki , em janeiro.

 

 

Investigação sobre morte de Teori Zavascki descarta sabotagem e caso é arquivado

Dois anos após a morte do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, o Ministério Público Federal (MPF) decidiu arquivar a investigação sobre possível sabotagem à aeronave do antigo relator dos processos da Operação Lava Jato no Supremo.

 

 

 

Conclusão do autor

Tudo é muito estranho e particularmente muito benéfico para o hoje provado golpe americano que foi a Lava Jato, olhar pra trás e pensar que pode haver muito mais que um mero acidente na morte de Teori já não pode mais ser considerado teoria da conspiração e deveria ser levado a sério, pois tais características são próprias da inteligência americana e de sua intromissão nos interesses nacionais de outros países através de golpes. Os americanos podem ter influenciado a morte de Teori Zawaski como peça fundamental na articulação do golpe americano na soberania nacional Brasileira.  

 

 

 

 

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Victor Hugo B. de Melo

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Eduardo Donald
05/08/2020 6:46 pm

Perfeita conclusão mano, é a tal da guerra hibrida.
Lux

Williams Rodriguez
05/08/2020 7:02 pm

Luz pra nós!

Ana Paula
05/08/2020 8:14 pm

Matéria bem completa. Nos mostrando a farsa desse atual governo. Deus tá fazendo a máscara desse povo cair.
Luz p’ra nós!

Admin bar avatar
05/08/2020 9:17 pm

Luz p’ra nós!

Márcio Henrique
05/08/2020 9:59 pm

Luz pra nós!

Gustavo Borba
05/08/2020 10:19 pm

Luz p’ra nós!

MariaFe
05/08/2020 11:58 pm

Boa matéria e triste a realidade… ninhada de veneno, por todos os lados! Luz p’ra nós!

Lin de Oliveira
06/08/2020 2:01 am

Excelente mateira irmão …
Realmente não dá pra acreditar em acidente, sabendo o que agente sabe hj …
Luz p’ra nós ✨…

Shirley 666
06/08/2020 10:32 am

Não ha coincidências, onde tudo coincide!
Luz p´ra nós!

Admin bar avatar
06/08/2020 10:36 am

luz p’ra nós!

Luiz Cláudio
07/08/2020 6:09 am

Luz p’ra nós!

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