Democracia de fantasia no Brasil – O mundo nota a farsa

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Nenhum candidato brasileiro à presidência obteve a maioria dos votos no domingo. Perante uma democracia com grandes deficiência e claro domínio de forças exteriores monetárias, o brasil teve suas eleições direcionadas para o segundo turno de maneira polêmica.

Em 28 de outubro, o candidato do Partido Liberal Social (PSL), Jair Bolsonaro, enfrentará o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) Fernando Haddad, no segundo turno para determinar o próximo presidente do Brasil. Mais sobre isso abaixo.

Em 2016, o regime de Obama orquestrou a expulsão da presidente brasileira democraticamente eleita, Dilma Rousseff – um golpe de Estado político para instalar o governo fascista ilegítimo.

Apesar de nenhuma evidência ligando-a a irregularidades, ela sofreu  impeached em abril de 2016, expulsa do cargo em agosto.

O norte-americanizado Michel Temer foi ilegalmente instalado para cumprir o restante de seu mandato – apesar de um tribunal de São Paulo tê-lo considerado culpado de corrupção, declarando-o inelegível para concorrer a um cargo político por oito anos.

Não foi o suficiente para impedi-lo de se tornar presidente interino do Brasil, nem de removê-lo do escritório depois de instalado.

A saída ilegítima de Dilma permitiu que uma cabala criminosa apoiada pelos EUA e Israel assumisse a maior economia da América Latina.

A tirania neoliberal linha-dura substituiu a democracia no país, uma lista de desejos para mercados e investidores implementada em detrimento das liberdades fundamentais e da justiça social.

Luiz Inácio Lula da Silva é a figura política mais popular do Brasil. Ele serviu como presidente de 2003 a 2010.

Ele liderou em pesquisas de opinião para ganhar outro mandato no ano que vem, este ano – até ser acusado, processado, condenado e sentenciado a 9,5 anos de prisão por acusações relacionadas à corrupção.

Sua principal advogada, Valeska Texeira Zanin Martin, disse: “(n) a evidência credível de culpa foi produzida, e provas esmagadoras de sua inocência descaradamente ignoradas”, acrescentando:

“Este julgamento politicamente motivado ataca o Estado de direito, a democracia e o direito humano básico de Lula. É uma preocupação imensa para o povo brasileiro e para a comunidade internacional. ”

Forças judaicas no Brasil e em Washington o queriam impedido de ganhar outro mandato presidencial.

Um tribunal fraudulento o proibiu de concorrer, seguido pelo lançamento de uma campanha “Lula nas urnas” – promovendo o vice-presidente do Partido dos Trabalhadores, Fernando Haddad, para concorrer à presidência em seu lugar.

Com 98% das cédulas de domingo contadas, Bolsonaro teve 46,4% dos votos, segundo Haddad, com 28,7% do total.

Segundo a GloboNews, a participação foi de 61%, embora a votação no Brasil seja obrigatória.

 

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Falsa Democracia Sionista/Judaica

Dirigindo-se a simpatizantes na noite de domingo, Haddad convocou um grande comparecimento às eleições de 28 de outubro, alertando para a continuação da tirania se Bolsonaro tivesse sucesso com Temer.

Sua campanha apresentava uma retórica totalitária, sexista, racista supremacista e homofóbica.

Seu companheiro de chapa aposentado Hamilton Mourao sugeriu que um golpe militar é possível, acrescentando “planos muito bem elaborados” para os militares intervirem contra o que ele chamou de “atos ilícitos”.

Ele e Bolsonaro elogiaram a ditadura militar brasileira de 1964-1985. período em que incontáveis ​​números de críticos do regime foram sequestrados e assassinados.

Após os resultados eleitorais de domingo, alguns aspirantes falidos expressaram apoio a Haddad.

O terceiro lugar, Ciro Gomes, rejeitou Bolsonaro, twittando: “Sem dúvida, ele não” – o slogan da campanha se opondo a ele por suas visões antidemocráticas.

O candidato do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Guilherme Boulos, twittou: “Agora vamos às ruas derrotar o totalitarismo e eleger a pessoa que representa a democracia no segundo turno: Fernando Haddad. #NotHim. ”

Com Bolsonaro a apenas um pouco de um triunfo no domingo, Haddad enfrenta grandes dificuldades para derrotá-lo em duas semanas.

Comentário final

Dilma Rousseff, deposta ilegalmente, não conseguiu conquistar uma vaga no Senado estadual de Minas Gerais nas eleições de domingo, ficando em quarto lugar com 15% dos votos.

Desde que foi demitida do escritório, ela visitou cidades estrangeiras e fez discursos nas principais universidades brasileiras. Sua perda de domingo desapontou os adeptos.

Fonte – Portal Inglês de notícias alternativas.

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João PedroJosimar Lima Recent comment authors
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Josimar Lima
Editor

O povo caiu na macumba. .. cegos !

João Pedro
Editor

Golpe em cima de golpe, farsas sob farsas. Daria uma bom seriado de TV toda essa patifaria…