sex. set 17th, 2021

Escassez global de chips atrasa e até paralisa produção de eletrônicos no Brasil

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Poucas empresas no mundo fabricam todos os chips que a indústria de eletrônicos mundial usa em seus produtos. Isso porque a confecção desses componentes é extremamente complexa e cara. Para se ter uma ideia, uma oficina de última geração pode custar até US$ 20 bilhões (aproximadamente R$ 104 bilhões na cotação atual). E o processo de ajustes para que a unidade se torne operacional pode levar anos.

Com a pandemia, muitas dessas indústrias tiveram suas atividades paralisadas. Sem a produção dos chips, a carência logo veio. Primeiro, afetou as montadoras de automóveis. Agora, chegou às fábricas brasileiras de eletrônicos, como TVs, notebooks e celulares: quatro a cada dez delas apresentam atrasos ou interrupções de produção.

 

Imagem: Reprodução/Envato

Segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), 12% dos fabricantes do setor tiveram de parar parte da produção no mês passado por falta de componentes eletrônicos. Esse é o maior registro desde fevereiro, quando a entidade começou a acompanhar o impacto da ausência desses insumos no mercado.

Por enquanto, nenhuma unidade de eletrônicos teve de parar completamente a produção por aqui. Mesmo assim, os fabricantes desses produtos relatam dificuldades para comprar o insumo: em maio, eles eram 55% e, em junho, chegaram a 71%.

Normalização só em 2022

O Gartner avalia que essa escassez mundial de semicondutores só deve ser superada no segundo trimestre de 2022. A maior parte das empresas do setor (42%) aposta nessa previsão. Estima-se que a falta de chips possa vir a afetar severamente a cadeia de suprimentos e limitar a produção de equipamentos eletrônicos em 2021.

Esses componentes são atualmente o principal material em falta na indústria de eletroeletrônicos, que enfrenta, ainda, dificuldade na aquisição de cobre e materiais plásticos. Hoje, 26% das empresas têm estoques de componentes e matérias-primas ao nível considerado abaixo do normal.

Imagem: Reprodução/Envato/orcearo

 

O levantamento da Abinee mostra, ainda, que quase todos os fabricantes do setor (93%) apontam o aumento dos preços de componentes como acima do normal em razão da combinação de escassez, aumento de tarifas de fretes marítimo e aéreo, e desvalorização cambial. Como resultado, o consumidor final passou a sentir isso diretamente: os produtos estão mais caros.

 

Fonte: Canaltech

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José
26/07/2021 11:38 am

Luz pra nós

Rômulo Matheus Lins
26/07/2021 11:38 am

Luz p’ra nós!

Leonardo Moreira Feitosa Rodrigues
26/07/2021 11:48 am

Luz P’ra Nós!

Tatiely
26/07/2021 12:32 pm

Luz p’ra nós!💜

Mateus Silva
26/07/2021 1:02 pm

Eletrônicos estão bem caro mesmo Luz p’ra nós!

Romário Vieira
26/07/2021 2:51 pm

Luz p’ra nós!

Bruno Davi Moquiute
26/07/2021 10:09 pm

Luz para nós!!!

Williams Rodriguez
27/07/2021 11:41 am

Luz pra nós!

Lucas Schwarzbold
Editor
27/07/2021 2:58 pm

Luz pra nós!

José Ricardo Dos Santos
28/07/2021 3:20 pm

Luz p’ra nós.

Kaique
30/07/2021 6:19 am

Luz p’ra nós!

Daniela Cristina
Editor
31/07/2021 9:03 pm

Caramba que desdobramento!

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