sáb. nov 27th, 2021

Infusão e temperos com cannabis atraem chefs e apreciadores

Uso da erva em molhos, purês e bebidas, proibido no Brasil, já é conhecido – e procurado  – lá fora

 

A cannabis vem conquistando aos poucos mais espaço nas cozinhas de chefs do mundo todo, transformando a experiência gastronômica de quem até então só tinha referência dos famosos “space cakes” e também a de quem não tinha referência alguma do uso da planta na culinária.

Talves o fato de o gosto da erva, que não é lá muito atrativo, combine melhor em receitas com muito açucar, tenha alçado o brownie à fama, mas ele está longe de representar as muitas possibilidades oferecidas pela adição da cannabis a pratos e coquetéis.

Usamos sobretudo em m olhos e purês e assim podemos facilmente excluí-la do prato de alguém do grupo que não queira consumir cannabis na refeição

conta Chrys Sayegh, um dos chefs mais reconhecidos da área nos EUA.

Ao lado de seu braço direito, Jared Ventura, Sayegh tem uma agenda concorrida com jantares que custam R$ 750 por comensal no projeto The Herbal Chef. Oferecendo uma experiência de alto nível culinário com um toque de cannabis, em vez de ser absolutamente tudo em torno da erva, ele garante que quase não se sente o gosto da iguaria, mas apenas os efeitos terapêuticos e recreacionais tranquilos e controlados proporcionados por ela na quantidade certa.

 

As pessoas estão acostumadas a consumir comestíveis de cannabis e depois de 45 minutos ter um subidão rápido e itenso, que pode ser desconfortável para algumas delas. Mas em um jantar completo isso vai acontecendo aos poucos, suave, e confortavelmente,

conta ele, que encabeça um nicho que começa a ser explorado por chefs e cozinheiros simpáticos à substância ou encantados pela possibilidade de faturar, no mínimo, R$ 500 por pessoa em um único jantar.

Vanguarda das proibições e, mais recentemente, das legalizações da erva no mundo, os EUA foram também os primeiros a sediar restaurantes com comida infusionada com maconha. Tão logo foram liberadas as vendas de comestíveis com canabinoides nos Estados, alguns cozinheiros se apressaram em abrir cafés e pequenos restaurantes com esse enfoque. No entanto, a vida útil da maioria desses empreendimentos foi menos de dois anos. Contando com regulações definidas.

Contínua…

 

Fonte estadão

 

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José
José (@jose2)
22/11/2021 6:31 am

Luz pra nós

Rômulo Matheus Lins
Rômulo Matheus Lins (@romulomatheus)
22/11/2021 9:26 am

Luz p’ra nós!

Arlete Lima
Arlete Lima (@arletepereira)
22/11/2021 11:28 am

Deve ser uma experiência interressante!

Daniela Cristina
Daniela Cristina (@fractal)
Editor
22/11/2021 12:31 pm

Top! Luz p’ra nós

Pedro Silveira Goulart Cassiano
22/11/2021 4:01 pm

Legal,a pessoa vai comendo e chapando aos poucos.Luz p’ra nós!👍

Gutemberg Lima dos Santos
26/11/2021 7:31 pm

Luz p’ra nós

Kaique
Kaique (@kaique)
26/11/2021 10:43 pm

Luz P’ra Nós!

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