sex. set 17th, 2021

Philippe Petit, o equilibrista que andou entre as Torres Gêmeas

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Em 1974, as Torres Gêmeas, localizadas no distrito de Manhattan, em Nova York, ainda não haviam sido inauguradas. Todavia, os enormes prédios comerciais chamaram rapidamente a atenção dos moradores, turistas e até mesmo de um equilibrista francês.

Philippe Petit era um artista de Paris e trabalhava em uma corda bamba entre o Palais de Chaillot e a Torre Eiffel. Todavia, ao ler um artigo sobre os edifícios inacabados, decidiu ir até a cidade norte-americana.

No mesmo ano, o homem se desafiou a atravessar da primeira torre do World Trade Center até a segunda torre. Aos 24 anos, o francês realizou suas primeiras façanhas. Antes mesmo das torres estarem concluídas, o equilibrista as atravessou oito vezes. Durante seus atos, o equilibrista contou com a ajuda de amigos para chegar ao topo sem ser detectado.

Agosto de 1974

Suas experiências o fizeram entender cada vez mais sobre os edifícios, para então realizar o ato final sem nenhuma proteção. Na manhã do dia seis, Petit foi até o topo de um dos prédios, enquanto seus amigos estavam na outra ponta.

Não obstante, os homens usaram um arco e uma flecha para que o cabo fosse lançado entre as torres para que o equilibrista realizasse seu ato a aproximadamente 500 metros da superfície. “Dei a impressão as pessoas de que nada é impossível”, alegou o francês.

 

 

Após o espetáculo, o artista foi levado para a delegacia, onde foi realizado um boletim oficial intitulado “O Equilibrista”. Todavia, a grande apreciação popular e a aparição na mídia fizeram com que as possíveis acusações contra o homem fossem deixadas de lado.

Para a surpresa de muitos, a autoridade americana da época fez com que Petit realizasse outras performances, agora para crianças. Posteriormente, ele pôde visitar as Torres Gêmeas devido ao visto que garantia sua livre passagem. As autoridades de Nova York e Nova Jersey também permitiram que o homem deixasse um autógrafo no prédio, próximo ao local onde começou sua travessia.

“Eu amo construir coisas, amo colocar meu corpo e minha mente em ação. O que me motiva, de fato, é que amo viver acima de tudo. Não tenho medo de caminhar nas alturas, é minha paixão. E, pensando bem, não tenho medo de nada”, disse o equilibrista.

Em 2008, James Marsh deu vida ao documentário Man on Wire, que retrata a travessia do artista nos edifícios por meio de imagens reais do evento. Um ano depois, a filmagem foi apreciada com o Oscar de mellhor documentário. Já em 2015, Robert Zemeckis dirigiu o filme The Walk, que foi baseado no livro To Reach the Clouds, escrito por Petit.

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Leonardo Moreira Feitosa Rodrigues
09/09/2021 11:34 am

Luz P’ra Nós!

Tatta Amanda
09/09/2021 12:40 pm

Quando assisti esse doc, fiquei maravilhada com a mostragem da grandeza da capacidade humana. Mto bom! Luz p’ra nós.

Shirley Oliveira
Editor
11/09/2021 9:27 pm

Luz p´ra nós.

Pedro Silveira Goulart Cassiano
13/09/2021 4:48 am

Luz p’ra nós!

José
13/09/2021 12:36 pm

Luz pra nós

Williams Rodriguez
16/09/2021 12:00 pm

Luz pra nós!

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