seg. abr 19th, 2021

Professor palestino-americano obtém vitória em processo contra Israel

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Depois de três tentativas de litígio, os estrategistas de direito pró-Israel falharam em silenciar um professor palestino-americano da San Francisco State University. 

Na segunda-feira, um juiz federal em San Francisco finalmente rejeitou uma ação frívola contra o professor Rabab Abdulhadi e a universidade sobre suas pesquisas na Palestina e críticas contra Israel, que foi arquivado como parte de uma campanha de intimidação destinada a censurar e ameaçar professores e estudantes que defendem os direitos palestinos perante atrocidades Israelenses. 

O juiz William Orrick III “desta vez descartou o caso definitivamente, o que significa que o processo não pode ser arquivado novamente”, disse o Palestine Legal na terça-feira. 

O processo, que foi inicialmente arquivado em junho de 2017 pelo Lawfare Project – e depois reapresentado mais duas vezes depois que cada tentativa foi rejeitada – acusou Abdulhadi e seu empregador de promover um ambiente hostil para estudantes judeus, que eles alegaram ser devido ao apoio crescente pelos direitos palestinos no campus.

A “historinha” e sempre a mesma. Para abafar a verdade sobre a opressão causada por judeus contra palestinos, eles usam o vitimismo e antissemitismo para deixar o mundo comovido com a farsa sobre os reais motivos que causaram a perseguição contra este mesmo povo judeu no decorrer dos séculos, para não dizer milênios. Usando estes subterfúgios, o mundo sempre fica cegado perante a verdade dos fatos sobre a violência desumana que o falso estado de israel criado sobre sangue palestino vem cometendo há mais de 70 anos.

O Lawfare Project é um grupo que se descreveu como “o braço legal da comunidade pró-Israel”. Como outros grupos patrocinados por judeus para defender a farsa sobre suas atitudes perante os palestinos, escondidas sobre o pretexto de ódio contra quem realmente odeia os outros. Ou seja, eles mesmos, este judeus farsantes.

Os autores acusaram a San Francisco State University de violar o Título VI da Lei dos Direitos Civis de 1964, usando uma estratégia legal que afirma que as universidades falham para proteger os estudantes judeus, não reprimindo o ativismo de solidariedade da Palestina. A luta pela justiça e liberdade palestina perante justiça não tem absolutamente nada haver com este discurso cansado, desgastado e batiodo sobre “proteger judeus”. Não cola mais. Desistam, israelenses e judeus cegos que não sabem a verdade. 

Essa estratégia foi iniciada por Kenneth Marcus, um defensor de extrema direita de Israel (que odeia não judeus como raça inferior e pior dos animais) que foi confirmado no início deste ano como diretor do Escritório de Direitos Civis do Departamento de Educação dos EUA. Típica ideologia rabínica ortodoxa. Somente estes tipos estão no topo de representações “legais” de grupos defensores de Judeus.

Isso significa que ele agora está encarregado de investigar supostas violações da lei de direitos civis. Mas os verdadeiros civis que tem seus direitos violados são palestinos e não judeus, malditos hipócritas.

Luz pra nós! A verdade é viva.

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Márcio Henrique
03/11/2018 12:01 pm

CHUPA JEWS!!!! Não vejo a hora de nos livrar desses carrapatos

Armando
03/11/2018 7:33 am

Que exemplos como este se intensifiquem! Luz pra nós.

Jucemar Mello
03/11/2018 11:59 pm

Enfim uma boa notícia em meio a tanta desgraça!! O filhote do leão ta crescendo e cada vez mais faminto, doido pra comer essa hienas !!

Admin bar avatar
17/07/2019 7:04 am

Que boa notícia! Luz pra nós!

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