sáb. maio 15th, 2021

Professora da Unesp faz sucesso democratizando a ciência no Tik Tok

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Congresso Online, faça parte Você também!

O tempo onde precisávamos de representantes em reuniões presenciais já passouNão precisamos mais confiar em desconhecidos que dizem portar nossas soluçõesHoje, estamos todos conectados com identidades digitais pelas quais, comprovadamente, atuamos no mundo real. Se o Sistema aceita que você é você na hora de consumir, fazer BOs e viabilizar documentos legais; então 
você também é você na hora de dar tua opinião!
O Congresso tem suas duas casas; uma de Senadores representando os interesses e possibilidades dos Estados, e outra com Deputados representando os interesses e necessidades do povo. A ideia é boa, mas como sabemos, o Mercado Internacional compra estes poucos homens e fazem das nações o que querem.
Por que precisamos continuar vítimas desse sistema arcaico?
Todos nós podemos, eletronicamente, escolher e observar os verdadeiros interessados no bem dos Estados; e assim posicionar os tais Senadores; ao mesmo tempo que nós mesmos seremos seus Deputados; propondo, encarando e aliando ideias e manutenções.
O povo já pode representara si mesmo!

Saiba mais em: congressoonline.org/


Professora do IB da Unesp Botucatu faz sucesso democratizando a ciência no Tik Tok

 

 

 

A professora Adriane Pinto Wasko, do Departamento de Ciências Químicas e Biológicas do Instituto de Biociências de Botucatu, tem conquistado milhares de seguidores no TikTok, rede social que é sucesso entre os jovens. Atuante na área de divulgação científica, Adriane já possuía certa familiaridade com vídeos práticos sobre ciência e, principalmente, Genética, sua área de atuação.

Porém, a verdadeira paixão pelas gravações começou quando assumiu a coordenação da Agência de Divulgação Científica e Comunicação (AgDC) do IBB, em 2018, e passou a atuar no programa “Minuto Ciência”, postado regularmente no canal YouTube da AgDC.

Por meio de vídeos curtos e com linguagem simples para o público leigo, a professora aborda conteúdos científicos com humor e criatividade. Um de seus vídeos, relacionado à extração do DNA de morango, por exemplo, alcançou mais de 15 mil visualizações no YouTube. “Pensei: por que não ir também, além do YouTube, para o TikTok, já que esta era uma rede social relativamente nova, associada a postagem de vídeos curtos e que fazia sucesso entre os jovens?”, relembra Adriane.

Primeiros passos

A professora nos conta que a ideia de desenvolver os vídeos com cunho científico partiu do colega André Alvarenga, que também atua junto à AgDC. Ela admite que, inicialmente, ficou receosa em usar o aplicativo, mas aceitou o “desafio” e deu vida ao TikTok @driwasko que, atualmente, possui vídeos com mais de 271 mil visualizações.

“Nunca imaginei que os vídeos de ciência postados, em grande parte associados a temas de Genética que é minha área de atuação docente na UNESP, pudessem ter milhares de visualizações e que meu perfil acabasse tendo tantos seguidores. Desde ter uma ideia para o tema do vídeo, até a roteirização, a filmagem e também a edição são coisas que me fascinam e realmente me divertem. São prazerosas, me fazem aprender muito e me entusiasmam cada vez mais”, comenta.

A cada vídeo postado, aumenta a interação dos seguidores e a já conhecida “Profa Dri”, recebe comentários como: “Agora eu finalmente entendi o porquê disso”, “Eu fiz o experimento na minha escola e expliquei aos meus colegas!” ou “Eu tentei fazer mas não deu certo, por que será?”, o que ela toma como devolutiva para saber se está no caminho certo.

“É extremamente gratificante constatar que várias pessoas que os assistiram replicaram experimentos em suas escolas ou mesmo em suas residências, aprenderam algo novo ou tiraram dúvidas de conteúdos comumente ministrados no ensino básico. E é isso que me motiva – contribuir para ampliar a popularização de conteúdos científicos em nosso país”, explica.

Desafio e preconceitos

Quando questionada sobre a parte mais difícil de produzir conteúdo científico para redes como YouTube e TikTok, Adriane compartilha que existe certo estranhamento por parte dos próprios colegas da academia.

“Talvez por não compreenderem o extenso trabalho e a seriedade com que este é feito, seja considerado de menor importância e até mesmo como uma brincadeira. Mas, como tudo tem um ônus e um bônus, eu prefiro focar nas gratificações e partir para novas e “malucas” ideias de atuar em divulgação científica”, conta.

A necessidade de tornar a ciência mais democrática e acessível aos jovens começou a surgir durante cursos que Adriane ministra na Unesp durante todas as férias de janeiro para alunos do ensino médio público chamado “Experimentando Genética”.

Ao longo dos anos, foi se deparando com várias dúvidas ou curiosidades corriqueiras entre os adolescentes. Assim, resolveu usar essa experiência como base para pensar em conteúdos que possam ser explorados para gerar vídeos para o TikTok. Além disso, as próprias perguntas de quem assiste os vídeos na plataforma servem de incentivo e ideias para novas postagens.

Ciência para todos

Estamos acostumados a ver a divulgação científica restrita às mídias conhecidas como jornais, revistas, Facebook, Twitter, Instagram e YouTube e, segundo Adriane, quem atua na academia tem grande dificuldade em transpor o conhecimento científico para uma outra forma de linguagem, seja essa escrita, falada ou visual. No entanto, ela argumenta que, para ampliação do letramento científico, torna-se necessário aprender a usar redes sociais como espaços de experimentação de divulgação de conteúdos.

Ela enfatiza ainda que é necessário manter-se atento ao surgimento de novas redes sociais que estão crescendo e ganhando espaço no Brasil, como o Reddit, que já conta com fóruns voltados para postagens e discussões sobre áreas diversas das ciências com participação ativa de pessoas de diferentes idades.

“Para nos aproximarmos de um público jovem e que participa ativamente de redes como o TikTok, precisamos compreender como chegar até eles, falar em uma linguagem que seja dinâmica e atrativa e assim ter mais sucesso em demonstrar que ciência não precisa ser chata e nem difícil”, finaliza a professora, entusiasmada.

 

 

Fonte: acontecebotucatu.com.br

 


 

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Shirley Oliveira
22/03/2021 3:28 pm

Que a tecnologia seja usada cada vez mais para compartilhar conhecimento!
Luz p´ra nós.

Silvia Cristina Rodrigues
22/03/2021 3:41 pm

Legal! Luz p’ra nós…

Matheuzin
22/03/2021 4:40 pm

Interessante explorar as alternativas que surgem, possibilitando compartilhar o conhecimento através da tecnologia de maneira bem versátil. Luz p’ra nós !

Tatta Amanda
22/03/2021 5:14 pm

Como é lindo vê que onde for que esteja, se quer fazer o bem, tem jeito.
A essência fala mais alto, parabéns para a professora! Luz p’ra nós.

Leonardo Moreira
22/03/2021 4:19 pm

Gratidão.
Luz P’ra Nós!

Hitler
22/03/2021 6:01 pm

Luz p’ra nós!

José Ricardo Dos Santos
22/03/2021 10:31 pm

Luz p’ra nós.

Beatriz Belato
23/03/2021 10:15 am

Luz p’ra nós

Maísa Sousa
23/03/2021 11:04 am

Tik Tok dando um banho nas outras rede sociais Judaicas, que mostre mais pessoas incríveis como ela.
Luz pr’a nós

Wellington Nascimento
23/03/2021 8:02 pm

Luz p’ra nós!

Daniela Cristina
Editor
24/03/2021 1:53 pm

Luz p’ra nós <3

Lucas Schwarzbold
Editor
24/03/2021 7:56 pm

Luz pra nós!

Gustavo Borba
24/03/2021 8:55 pm

Luz p’ra nós!

Williams Rodriguez
25/03/2021 10:14 pm

Luz pra nós!


Macauley Shivaya ''Mago''
29/03/2021 1:37 am

Luz para nós!!!

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